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Projeto G-vírus

Introdução

Este artigo falará sobre o G-vírus durante a saga Resident Evil; apresentando o máximo de informações sobre a história do desenvolvimento, como o vírus age no corpo de um hospedeiro, pessoas envolvidas e B.O.W.s criadas por ele. Sempre apresentando referências vindas dos jogos e livros.

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Sherry Birkin

Sherry Birkin (Resident Evil 2)

Dados Pessoais

Idade: 12 anos
Tipo sanguíneo: O
Altura: ?
Peso: ?

Sherry é a única filha da figura central no programa G-Vírus, William Birkin. Talvez por ela não ter recebido nenhuma demonstração de amor de seus pais, ela não fala muito e parece ter dificuldades em demonstrar qualquer emoção. Depois do acidente biológico que aconteceu em Raccoon, ela foi para a delegacia procurar por ajuda como sua mãe, Annette, a havia instruído. Ela foi forçada a fugir do grupo de policiais zumbis no local.

Foi Claire Redfield, que tinha vindo para a cidade procurar por seu irmão mais velho, que salvou a solitária e desamparada garota. No início, Sherry estava completamente aterrorizada e não faria nada, mas quando ela percebeu que Claire era humana, ela baixou sua guarda e começou a trabalhar junto com ela. Porém, algo horrível estava perseguindo Sherry insistentemente enquanto ela procurava uma forma de fugir da delegacia. Era o Tyrant de produção em massa, o qual tinha sido enviado pela Umbrella para a delegacia. O objetivo de sua perseguição era obter a amostra do G-Vírus que estava dentro do medalhão pendurado no pescoço de Sherry, que foi escondida ali por seu pai. Mas Sherry não sabia que o vírus estava contido dentro de seu pertence mais valioso, e ela estava apenas tentando escapar…

Embora a perseguição do Tyrant tenha continuado, não foi a Umbrella que colocou as suas mãos no medalhão, mas sim Ada Wong, uma espiã enviada por uma organização diferente. Ela vinha esperando por uma chance de roubar o G-Vírus. Apesar de parecer que Sherry não seria mais um alvo depois que o medalhão foi roubado, as garras venenosas de uma nova ameaça a aguardavam: o monstro G, que um dia tinha sido o seu próprio pai, William Birkin. Sua mente havia sido destruída pelo G-Vírus mas ainda agindo de acordo com seus instintos paternos, ele tentou implantar seu embrião em Sherry para torná-la um veículo transmissor para o vírus.

Porém, com o bem-estar de Sherry em mente, foi Annette, mãe de Sherry e parceira de confiança de William, que permaneceu forte apenas com a menor das esperanças em seu coração. Sherry estava com uma febre muito alta, e parecia que o G-Vírus iria assumir o controle dela, mas ela se recuperou quando Claire injetou a vacina nela. Depois de escapar de Raccoon City, Sherry foi colocada sob proteção do governo norte-americano. Ela está sendo mantida a salvo, e é a única pessoa no mundo com uma resistência ao G-Vírus.


HUNK

HUNK (Resident Evil 4 – Mercenaries)

Dados Pessoais

Idade: Desconhecida
Tipo sanguíneo: Desconhecido
Altura: Desconhecida
Peso: Desconhecido

Um ex-membro do Serviço de Segurança da Umbrella. Ele era parte das forças de elite enviadas para Raccoon City durante o surto, e se tornou o único sobrevivente daquela missão, uma honra cruel que lhe rendeu o apelido de “Sr. Morte”. Suas habilidades de combate de primeira classe vem do treinamento militar que ele recebeu na Ilha Rockfort sob a liderança de Alfred Ashford.

Quando o vírus apareceu pela primeira vez em Raccoon City, HUNK foi enviado para lá sob ordem secreta de um executivo da Umbrella França para se infiltrar e recuperar uma amostra do G-Vírus. Seu criador, Birkin, usou o G-Vírus para se transformar, mas HUNK recuperou a amostra com segurança. Seu paradeiro depois da queda da Umbrella é desconhecido.


Umbrella

 A Destruição de Raccoon City

Bem vindo a Raccoon City

O desastre atingiu a Umbrella em Julho de 1998. O T-Vírus vazou do Centro de Treinamento em Gestão da Umbrella nas Montanhas Arklay e se espalhou ferozmente pela floresta que cerca Raccoon City. O homem responsável pela contaminação era James Marcus. Embora tivesse sido assassinado em 1988, ele foi trazido de volta dos mortos por uma sanguessuga construtora que ele havia criado com o T-Vírus, e foi se vingar da Umbrella pelo roubo de sua pesquisa.

Mais tarde, em Setembro de 1998, insetos e pequenos mamíferos carregaram uma nova contaminação do T-Vírus para dentro da própria Raccoon City. Seus cidadãos foram quase todos transformados em zumbis, e os poucos que permaneceram não infectados foram pegos em uma situação desesperadora com pouca esperança de escapar. As forças da lei da cidade foram destruídas, e quando a Umbrella enviou a sua própria U.B.C.S. (Serviço de Contramedida a Perigos Biológicos da Umbrella)¹ para procurar por sobreviventes, eles também foram eliminados. No fim, o governo americano foi forçado a declarar lei marcial na cidade.

Míssil atingindo Raccoon City (Resident Evil 3: Nemesis)

Em Outubro de 1998, não havia como negar mais a gravidade da situação, e o congresso aprovou a “esterilização” de Raccoon City. Os militares lançaram um míssil estratégico no centro da cidade, destruindo os infectados e o vírus em um só golpe. Este plano resultou no sucesso da contenção do surto, mas muitos consideraram o sacrifício de 100.000 vidas um preço muito alto a se pagar.

Seguindo a esterilização, o governo imediatamente ordenou o decreto de suspensão de negócios da Umbrella, a qual eles consideravam responsável pelo incidente. Em protesto, o presidente da Umbrella Spencer reuniu uma equipe de defensores legais de ponta e lançaram uma ação judicial contra o governo. Os posteriores “julgamentos de Raccoon” colocaram em questão o testemunho dos sobreviventes, alegando que o governo havia os coagido para caluniar a Umbrella, e que o plano de esterilização foi uma conspiração do governo para destruir evidências de seu próprio envolvimento. Assim como Spencer havia planejado, a teoria da conspiração  funcionou.

Porém, ao passarem-se os anos, a Umbrella começou a perder terreno na batalha legal. O golpe final veio em 2003 após um surto de risco biológico na região do Cáucaso na Rússia. Uma fonte anônima enviou ao governo arquivos secretos dos computadores da Umbrella provando que ela estava por trás do incidente em Raccoon City. Contrariando todas as maquinações do Spencer, a ação judicial da Umbrella foi julgada improcedente.

As ações da Umbrella despencaram após essa decisão, e os consumidores perderam completamente a fé na marca. No fim, a companhia foi forçada a declarar falência.


1 – Umbrella Biohazard Countermeasure Service, no original.


Artigo de Jornal sobre a Queda da Umbrella

Filial Doméstica da Umbrella se Dissolve

TÓQUIO, JAPÃO: Hoje, a filial japonesa da corporação multinacional Umbrella Pharmaceutical Incorporated anunciou sua dissolução e começou a liquidar espólios. Sua matriz declarou falência no início da semana.

Umbrella chega ao fim

A Umbrella estabeleceu sua filial japonesa em 1984 com o propósito inicial de importar produtos farmacêuticos desenvolvidos na América. Em 1987, completou-se o Centro de Pesquisas da Umbrella no Japão, que usou biotecnologia para obter pesquisas independentes e desenvolvimento de produtos farmacêuticos.

As ações da Umbrella têm estado em declínio desde as acusações a respeito da “Tragédia de Raccoon City” em 1998, e o dano à imagem pública causou a estagnação de suas vendas. Com a Umbrella  recentemente se encontrando sujeita a numerosos processos contra ela a respeito da mesma tragédia, a empresa foi forçada a declarar falência.

A filial japonesa da companhia procurou por novas fontes de financiamento nas últimas semanas, mas não recebeu ofertas de companhias farmacêuticas ou outras companhias no país ou no exterior. A decisão de fechar foi tomada sob a luz deste fato.

(Extraído da edição matinal de um certo jornal, 15/3/2004)

Colapso da Subsidiária da Umbrella no Japão

Memorando a respeito da liquidação corporativa (14/3/2004)

Este é um memorando para informar a vocês da decisão feita na 10ª reunião de Março do conselho de diretores. Nós decidimos dissolver nossa companhia em razão da declaração de falência pela nossa matriz, Umbrella.

Nós reconhecemos o trabalho duro por parte de todos os nossos empregados para manter nosso empreendimento rentável, mas com a estagnação de nossas vendas em decorrência do incidente de 1998 em Raccoon City, E.U.A., e nossa companhia mãe tendo sido sujeitada a inúmeros processos judiciais, nós julgamos impossível continuar na produção.

Nós estivemos procurando prontamente por uma nova companhia matriz para a qual pudéssemos transferir nossos projetos, mas nossos esforços se provaram infrutíferos. Não temos outra escolha se não fechar as portas.

A liquidação dos espólios da companhia será manuseada por Akitaka Igurashi (ex-diretor de administração da Umbrella Japão).

Permita-me tomar um último momento para agradecer todos vocês pelo seu trabalho duro e apoio a nossa companhia até o fim.

Umbrella Japão, Inc.

Akitaka Igurashi, Diretor de Administração


Umbrella

Centro de Pesquisas da Umbrella na África

Centro de Treinamento em Gestão da Umbrella (Resident Evil 0)

Em 1968, Spencer propôs a Marcus e Ahsford a ideia de começar uma companhia para encobrir as pesquisas virais deles. Era o nascimento da Umbrella Pharmaceutical, Inc. Com a pesquisa do Progenitor ainda parada, Marcus aceitou o convite de Spencer para reiniciar sua pesquisa com a ajuda da Umbrella. Ele esperava retornar à África para continuar sua pesquisa do vírus Progenitor, mas ao invés disso Spencer o transferiu para encabeçar o novo Centro de Treinamento em Gestão da Umbrella em Raccoon City. Marcus estava transtornado por não poder participar da pesquisa do Progenitor diretamente, mas concordou relutantemente quando soube que seu melhor estudante, Bailey, iria estar em seu lugar.

Quando Bailey voltou para a África, ele descobriu que soldados armados tinham retirado a tribo Ndipaya das ruínas, e o novo Centro de Pesquisas africano já estava em construção. Bailey supervisionou a contínua construção do centro, e logo expandiu a escala do mesmo para três vezes o plano original. A expansão procedeu tão apressadamente que os trabalhadores acidentalmente redirecionaram a fonte de água das flores do Progenitor. Felizmente, o supervisor da construção descobriu um rio subterrâneo 500 metros abaixo, e usou o mais novo sistema de bombeamento  da companhia Fabiano para restaurar um constante suprimento de água para a “cama de flores”.

Em Junho de 1969, o Centro de Pesquisas da Umbrella na África foi oficialmente estabelecido como a linha de frente no estudo do vírus Progenitor. Bailey tomou posse como diretor do complexo, e não perdeu tempo em mandar amostras para Marcus no Centro de Treinamento em Gestão da Umbrella, aguardando o sucesso de seu honrado professor. Marcus mergulhou-se na pesquisa do Progenitor mais uma vez, determinado em readquirir o respeito que ele merecia como um dos membros fundadores da Umbrella.

Dez anos se passaram. Em janeiro de 1978, Marcus obteve sucesso em combinar o DNA de sanguessugas com o Vírus Progenitor, criando o T-Vírus que se tornaria a base de todo o desenvolvimento de B.O.W.s que viria a seguir. O que Marcus não sabia, entretanto, era que este era o plano de Spencer o tempo todo. Ele havia manipulado o desejo de Marcus em provar a si mesmo com sua pesquisa, explorando sua ligação com Bailey, e então esperando pacientemente por suas maquinações produzirem frutos na forma de uma nova espécie de vírus.

O T-Vírus foi aperfeiçoado em 1988, e com isso, a utilidade de Marcus chegou ao fim. Spencer enviou seus braços direitos, os candidatos ao gerenciamento Albert Wesker e William Birkin, para se livrar dele.

Seguindo-se ao assassinato de Marcus, Spencer restringiu a pesquisa do Vírus Progenitor para sua área de cultivo na África, regulando rigidamente qualquer informação sobre isso. Nas suas próprias palavras, “Quando alguém enterra um tesouro, não deve deixar pra trás um mapa”. Apenas um punhado de executivos com nível 10 de acesso sabiam a localização do Centro de Pesquisas. Empregados transferidos do centro eram mantidos sob estreita supervisão, e o próprio diretor Bailey foi praticamente um prisioneiro lá por quase trinta anos.

Spencer manteve o paradeiro do complexo como segredo tão bem guardado que até mesmo depois de seu fechamento em 1998, continuou completamente intocado até o conglomerado corporativo Tricell ir à procura dele.