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Crítica: Deixe-me Entrar

Em uma análise inicial, Deixe-me Entrar (Let Me In, 2010, baseado no filme sueco Let the Right One In, de 2008) pode parecer apenas mais um filme de vampiro. Não se deixe enganar: apesar de um dos personagens do filme ser realmente uma vampira, esse não é o foco da história, mas sim um recurso a mais para contá-la.

O fato de Deixe-me Entrar ser baseado em um filme tão recente (apenas dois anos de diferença separam o filme original sueco e a versão americana) pode causar estranheza, ainda mais pelo fato do filme original contar com a participação do escritor do livro que originou a película,  John Ajvide Lindqvist. Porém, o filme não é um remake; apesar de ser baseado na mesma história, ele conta com nuances que o tornam diferente da versão original.

Diferente de outras críticas que postei aqui, não vou escrever uma descrição completa da história, apenas comentar alguns pontos (provavelmente este é um padrão que seguirei deste post em diante).

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Crítica: Doce Vingança

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Quando vi a capa do DVD e li a sinopse, já me preparei para um filme com uma história tosca, atores desconhecidos, e violência ridiculamente exagerada. Porém, ao término do filme, percebi que ele não era tão ruim assim.

Doce Vingança (I Spit On Your Grave, 2010, remake do filme homônimo de 1978) conta a história da escritora Jennifer Hills, que aluga uma cabana em um lugar isolado (há uma cidade próxima, é claro) para escrever seu novo livro. Antes de chegar no local – que é realmente longe – ela se vê obrigada a pedir informações em um posto de gasolina, e a recebe – não antes de ser cantada por um dos três homens que trabalha no posto, e derrubar um balde de água nele – sem querer, of course. Posteriormente, um problema com o sanitário da cabana alugada por Jennifer (no qual ela desastradamente deixa cair seu celular) a faz solicitar o auxílio do dono, que envia o jovem – com aparentes problemas mentais – Matt para resolver o problema.

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A Importância das Referências – PT. II

Conforme prometido, aqui estou pra continuar despejando minhas sandices neste saborosíssimo blog. Hoje quero expandir um pouco as ideias que comecei na minha primeira postagem, semana passada.

Vamos começar falando sobre técnica.

Não, não vamos te ensinar a técnica milenar de quebrar tijolos com o cotovelo.

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Crítica: Um Crime Americano

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Ok, confesso que apesar de já saber um pouco o que esperar de Um Crime Americano (An American Crime, 2007), o filme ainda assim conseguiu me surpreender.
O filme baseia-se nos depoimentos tomados no tribunal, durante um caso real.

O ano é 1965, e o local é Indianápolis (EUA). Os pais de Sylvia (Ellen Page) e Jenny Likens (Hayley McFarland), que são artistas circenses, deixam suas filhas aos cuidados de Gertrude Baniszewski (Catherine Keener), mãe de seis filhos, serviço pelo qual Gertrude receberá 20 dólares por semana.

Os problemas começam quando o cheque do pai das garotas atrasa. Como punição, Gertrude decide bater nas duas, porém, Sylvia pede para apanhar pela irmã, ao ver o terror nos olhos da garota. De forma perturbadora, Gertrude consola a garota depois de agredí-la.

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A Importância das Referências

Passei a manhã toda fazendo esse banner. É ou não é um mimo, caras? *-*

Em minhas andanças pela internet, li muitos comentários genéricos falando a respeito da “inutilidade” de se escrever artigos sobre jogos, uma vez que eles não nos farão passar no vestibular.

LOL

Não sei vocês, camaradas, mas o sentimento que inspira meus textos e artigos (a maioria deles escritos fora daqui) é o aprofundamento em um tema que normalmente é visto apenas superficialmente.

Essa semana, eu quero falar a respeito do maior mal necessário pra quem escreve artigos (a galera que já está cursando alguma faculdade que o diga), sejam eles acadêmicos ou, como os do WU, puramente baseados na boa e velha ficção: As referências, ou fontes.

As fontes são, como todos sabemos, a origem da informação que divulgamos. Normalmente, se posta a fonte de uma notícia qualquer por um motivo puramente ético: Não se pode deixar de dar os créditos a quem nos informou primeiro.

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